SEO técnico

SEO sem mágica.
Com dado, método e código.

Não prometemos o primeiro lugar no Google. Cuidamos do que de fato move o ponteiro num portal: a base técnica do site, as métricas do Search Console e as ferramentas que ajudam a redação a publicar certo.

SEO não é truque.
É engenharia, com métrica.

Muito do que se vende como SEO é promessa: palavra-chave repetida, link comprado, relatório bonito que não leva a decisão nenhuma. Num portal de notícias, o que pesa é outra coisa: o Google encontrar, entender e carregar rápido milhares de páginas, todos os dias, e a redação publicar cada matéria do jeito certo, sem precisar virar especialista.

A primeira parte se resolve no código e no servidor, que é onde a gente trabalha. A segunda, com ferramentas dentro do publicador. E as duas se medem com dado, não com impressão.

A parte do SEO que dá para medir

Base técnica do site

Dados estruturados, sitemaps, canonical, estrutura de URLs e redirecionamentos resolvidos na aplicação, não remendados por plugin.

Performance e Core Web Vitals

Página rápida no celular, com cache e servidor ajustados e as tags de terceiros entrando sem derrubar a nota.

Métricas e análise

Search Console acompanhado de perto: indexação, cobertura, consultas e cliques, com o antes e o depois de cada mudança.

Apoio à redação

Ferramentas no publicador para quem escreve acertar título, tags e campos de SEO, e um time técnico para tirar dúvida.

AEO e GEO

Conteúdo pronto para ser citado por buscadores de resposta e por IAs: pergunta clara, resposta direta e estrutura legível por robô.

SEO na migração

Trocar de plataforma sem perder posição: URLs preservadas, redirecionamento um para um e acervo completo. Como migramos.

Medir antes,
mexer depois

Sem ponto de partida, qualquer resultado vira opinião. Por isso o trabalho começa pelos números, e termina neles.

SEO também é rotina de redação

Boa parte do SEO de um portal acontece na hora de publicar, com pressa. O jornalista não precisa decorar regra: o publicador mostra o caminho enquanto ele trabalha.

  • Régua de título: um contador mostra se o título cabe inteiro no resultado do Google.
  • Sugestões de título por IA, a partir do texto do jornalista. Quem escolhe é o editor. Veja a IA para redações.
  • Tags do acervo: a sugestão reaproveita a grafia que já existe, e o site não acumula a mesma tag escrita de três jeitos.
  • Dúvida de SEO vai direto para quem conhece o site, pelo mesmo suporte de sempre.

AEO e GEO: ser a resposta,
não só um link

A busca não termina mais só numa lista de links. Ela também termina em resposta pronta: no trecho em destaque do Google, nos resumos gerados por IA e nos assistentes como o ChatGPT. Para entrar nessas respostas, o conteúdo precisa ser fácil de citar.

Na prática: pergunta clara no título, resposta direta logo no começo, perguntas frequentes com dados estruturados e um site que os robôs conseguem ler sem esforço.

Fazemos isso no nosso próprio site antes de oferecer para o seu: os guias abrem com a resposta curta, as páginas têm o FAQ estruturado e o llms.txt apresenta a empresa para as IAs.

Dúvidas sobre SEO

Não, e desconfie de quem garante. O Google não vende posição. O que fazemos é tirar os obstáculos técnicos do caminho, dar à redação as ferramentas certas e medir o resultado com os dados do Search Console.

É a parte do SEO que mora no código e no servidor: o Google conseguir rastrear, entender e carregar rápido cada página. Inclui dados estruturados, sitemaps, URLs, canonical, redirecionamentos e Core Web Vitals.

São os nomes para otimizar o conteúdo para respostas, e não só para a lista de links. AEO mira os mecanismos de resposta, como os trechos em destaque; GEO mira as IAs generativas, como o ChatGPT e os resumos do Google. A base é a mesma: conteúdo claro, fácil de citar e bem estruturado.

Não. O texto é do jornalista. Damos as ferramentas e a orientação para ele sair bem posicionado: título no tamanho certo, tags que já existem no acervo e os campos de SEO preenchidos.

Com um ponto de partida registrado antes de mexer: páginas mais acessadas, consultas, posições e Core Web Vitals no Search Console. Cada mudança é comparada com ele, e o relatório diz o que melhorou e o que não melhorou.

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